Não sei como começar... esse filme me deixou sem palavras, na verdade me deixou aos prantos... Este filme é incrível em todos os aspectos, tanto no enredo, tanto na fotografia, e principalmente nas atuações. Faz tempo que não via um filme em que todos os atores se sobressaíssem, sempre tinha uma pessoa que "carregava" o filme nas costa, em "As horas" isto não acontece. As atuções, tanto de Nicole Kidman, irreconhecivel, e como sempre brilhante, na interpretação de Virginia Woolf, como as atuações de Julianne Moore e Meryl Streep, que estão incriveis. Na minha opinião, esse filme não possui coadjuvantes, pois todas brilham em seu momento, são três grandes atrizes, que unidas a um otimo roteiro e uma otima direção, conseguem criar um dos filmes mais incríveis da historia do cinema. Nota 10, e fica a indicação.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
"...Sempre os anos entre nós... sempre os anos... sempre... o amor... sempre... as horas..."
Não sei como começar... esse filme me deixou sem palavras, na verdade me deixou aos prantos... Este filme é incrível em todos os aspectos, tanto no enredo, tanto na fotografia, e principalmente nas atuações. Faz tempo que não via um filme em que todos os atores se sobressaíssem, sempre tinha uma pessoa que "carregava" o filme nas costa, em "As horas" isto não acontece. As atuções, tanto de Nicole Kidman, irreconhecivel, e como sempre brilhante, na interpretação de Virginia Woolf, como as atuações de Julianne Moore e Meryl Streep, que estão incriveis. Na minha opinião, esse filme não possui coadjuvantes, pois todas brilham em seu momento, são três grandes atrizes, que unidas a um otimo roteiro e uma otima direção, conseguem criar um dos filmes mais incríveis da historia do cinema. Nota 10, e fica a indicação.
Quem é vivo sempre aparece...
Desculpem pelo sumiço, mas o colégio suga todo o meu tempo. Por isso não posto nada durante tanto tempo, mas agora estou de ferias e pretendo voltar a postar com mais frequência. Vou tentar pelo menos... Começando agora.
sexta-feira, 18 de março de 2011
O amor... é tão longe....
Perdi-me do nome,
Hoje podes chamar-me de tua,
Dancei em palácios,
Hoje danço na rua.
Vesti-me de sonhos,
Hoje visto as bermas da estrada,
De que serve voltar
Quando se volta para o nada.
Eu não sei se um Anjo me chama,
Eu não sei dos mil homens na cama
E o céu não pode esperar.
Eu não sei se a noite me leva,
Eu não ouço o meu grito na treva,
O fim quer me buscar.
Sambei na avenida,
No escuro fui porta-estandarte,
Apagaram-se as luzes,
É o futuro que parte.
Escrevi o desejo,
Corações que já esqueci,
Com sedas matei
E com ferros morri.
Eu não sei se um Anjo me chama,
Eu não sei dos mil homens na cama
E o céu não pode esperar.
Eu não sei se a noite me leva,
Eu não ouço o meu grito na treva,
E o fim quer me buscar.
Trouxe pouco,
Levo menos,
A distância até ao fundo é tão pequena,
No fundo, é tão pequena,
A queda.
E o amor é tão longe,
O amor é tão longe
O amor é tão longe
O amor é tão longe.
Composição: Pedro Abrunhosa
Caso do Vestido
Nossa mãe, o que é aquele
vestido, naquele prego?
Minhas filhas, é o vestido
de uma dona que passou.
Passou quando, nossa mãe?
Era nossa conhecida?
Minhas filhas, boca presa.
Vosso pai evém chegando.
Nossa mãe, dizei depressa
que vestido é esse vestido.
Minhas filhas, mas o corpo
ficou frio e não o veste.
O vestido, nesse prego,
está morto, sossegado.
Nossa mãe, esse vestido
tanta renda, esse segredo!
Minhas filhas, escutai
palavras de minha boca.
Era uma dona de longe,
vosso pai enamorou-se.
E ficou tão transtornado,
se perdeu tanto de nós,
se afastou de toda vida,
se fechou, se devorou,
chorou no prato de carne,
bebeu, brigou, me bateu,
me deixou com vosso berço,
foi para a dona de longe,
mas a dona não ligou.
Em vão o pai implorou.
Dava apólice, fazenda,
dava carro, dava ouro,
beberia seu sobejo,
lamberia seu sapato.
Mas a dona nem ligou.
Então vosso pai, irado,
me pediu que lhe pedisse,
a essa dona tão perversa,
que tivesse paciência
e fosse dormir com ele...
Nossa mãe, por que chorais?
Nosso lenço vos cedemos.
Minhas filhas, vosso pai
chega ao pátio. Disfarcemos.
Nossa mãe, não escutamos
pisar de pé no degrau.
Minhas filhas, procurei
aquela mulher do demo.
E lhe roguei que aplacasse
de meu marido a vontade.
Eu não amo teu marido,
me falou ela se rindo.
Mas posso ficar com ele
se a senhora fizer gosto,
só pra lhe satisfazer,
não por mim, não quero homem.
Olhei para vosso pai,
os olhos dele pediam.
Olhei para a dona ruim,
os olhos dela gozavam.
O seu vestido de renda,
de colo mui devassado,
mais mostrava que escondia
as partes da pecadora.
Eu fiz meu pelo-sinal,
me curvei... disse que sim.
Sai pensando na morte,
mas a morte não chegava.
Andei pelas cinco ruas,
passei ponte, passei rio,
visitei vossos parentes,
não comia, não falava,
tive uma febre terçã,
mas a morte não chegava.
Fiquei fora de perigo,
fiquei de cabeça branca,
perdi meus dentes, meus olhos,
costurei, lavei, fiz doce,
minhas mãos se escalavraram,
meus anéis se dispersaram,
minha corrente de ouro
pagou conta de farmácia.
Vosso pais sumiu no mundo.
O mundo é grande e pequeno.
Um dia a dona soberba
me aparece já sem nada,
pobre, desfeita, mofina,
com sua trouxa na mão.
Dona, me disse baixinho,
não te dou vosso marido,
que não sei onde ele anda.
Mas te dou este vestido,
última peça de luxo
que guardei como lembrança
daquele dia de cobra,
da maior humilhação.
Eu não tinha amor por ele,
ao depois amor pegou.
Mas então ele enjoado
confessou que só gostava
de mim como eu era dantes.
Me joguei a suas plantas,
fiz toda sorte de dengo,
no chão rocei minha cara,
me puxei pelos cabelos,
me lancei na correnteza,
me cortei de canivete,
me atirei no sumidouro,
bebi fel e gasolina,
rezei duzentas novenas,
dona, de nada valeu:
vosso marido sumiu.
Aqui trago minha roupa
que recorda meu malfeito
de ofender dona casada
pisando no seu orgulho.
Recebei esse vestido
e me dai vosso perdão.
Olhei para a cara dela,
quede os olhos cintilantes?
quede graça de sorriso,
quede colo de camélia?
quede aquela cinturinha
delgada como jeitosa?
quede pezinhos calçados
com sandálias de cetim?
Olhei muito para ela,
boca não disse palavra.
Peguei o vestido, pus
nesse prego da parede.
Ela se foi de mansinho
e já na ponta da estrada
vosso pai aparecia.
Olhou pra mim em silêncio,
mal reparou no vestido
e disse apenas: — Mulher,
põe mais um prato na mesa.
Eu fiz, ele se assentou,
comeu, limpou o suor,
era sempre o mesmo homem,
comia meio de lado
e nem estava mais velho.
O barulho da comida
na boca, me acalentava,
me dava uma grande paz,
um sentimento esquisito
de que tudo foi um sonho,
vestido não há... nem nada.
Minhas filhas, eis que ouço
vosso pai subindo a escada.
Para algumas doenças não existem remédios, o amor é uma delas...
Fiquem com o Trailer
Au Revoir
sexta-feira, 4 de março de 2011
Baby you're a firework...
Firework
Like a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to start again
Feel so paper thin
Like a house of cards
One blow from caving in
Already buried deep
Six feet under screams
But no one seems to hear a thing
Still a chance for you
Cause there's a spark in you
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Like a wasted space
You're original,
Cannot be replaced
If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow
All the doors are closed
So you could open one that leads
You to the perfect road
Like a lightning bolt,
Your heart will glow
And when it's time, you'll know
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Even brighter than the moon, moon, moon
It's always been inside of you, you, you
And now it's time to let it through
Come on show 'em what you're worth
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
As you shoot across the sky "Ah, ah!"
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
VSFS - Victoria's Secrets Fashion Show 2010-2011
O desfile foi um espetáculo na passarela! Abordando temas rurais, esportivos, angelicais, selvagens e infantis , alem do show de Katy Perry e a participação de Akon, a Victoria Secrets transformou o que eram simples lingeries em obras de arte. Eu que escrevo neste momento, como mero admirador da moda e sem nenhum conhecimento nesta, posso lhe afirmar que foi uma explosão de beleza e criatividade. Simplesmente absurdo!
Fiquem com o desfile em 4 partes.
Saudações do Café
Au Revoir
